Cheguei pela consultoria comercial. São oito anos dentro da operação de outras empresas tentando entender por que o faturamento não crescia. E, na maioria das vezes, o problema não era mercado.
Era capacidade. A empresa tinha demanda e competência sobrando, e não conseguia entregar. O método existia, funcionava, e morava numa planilha, num Word e na cabeça de uma pessoa cara e difícil de repor.
Quando comecei a construir sistemas, o diagnóstico já vinha pronto. A tecnologia entrou como resposta a um problema que eu já sabia enxergar, não como solução procurando onde se encaixar.